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A mostrar mensagens de maio, 2024
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   - Deixa as Ideias, elas não caminham. - Sem as Ideias somos apenas carne andante… - Só com Ideias nem o chão pisamos… in O lento esvoaçar das cortinas pela manhã
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Morrer talvez seja fechar os olhos e esperar por um sonho… in O lento esvoaçar das cortinas pela manhã
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  Pouco há a fazer quando o coração se aquece à sonoridade de um nome… in O lento esvoaçar das cortinas pela manhã
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Álbum de família

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  Tu lembras-te de quando nós dois, pela tardinha, deitados, confessávamos sonhos? Os meus caminhavam pelo mundo, com um passo seguro, os teus, hoje acho graça, na altura comecei em preocupações, acho que nem a este mundo pertenciam, vivias uma fantasia, mas quem te podia censurar? Estavas na altura das fantasias, eu deixava-te falar, às vezes, com uma indulgência de silêncio e anuências, os meus dedos no labirinto dos teus cabelos, tu perdido nessas ilusões de amanhãs sonhados, quando a saudade de mim te fazia regressar ao aqui, sempre me interroguei, passa-nos tanta coisa pela cabeça, não é verdade? Às vezes, penso que nos dizemos tão pouco, que acabamos por falar sempre do mesmo, mas, já me lembro, pois, dizia eu, que sempre me interroguei quem sentia mais amor pelo outro, como se isso fosse mensurável, não é? Porém, era povoada por pensamentos assim, nada podia fazer, olhava-te em busca de uma resposta, e ficava confortada por compreender a beleza da questão (sempre me interr...
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Há quanto não sei o azul do céu?

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  Se eu esperava outra coisa de ti? O que é que te parece? Vieste com falinhas mansas, ao início, falavas disto e daquilo, reparei, não penses que isso me passou em branco, não penses isso, que só te enganas a ti, na pausa forçada antes de falares, mau sinal, muito mau sinal, isto cá para nós, filtravas palavras ou pensamentos? Provavelmente, os dois, eu bem sabia que evitavas aquele vocabulário com aroma a matrecos e tremoços, no qual eras tão fértil, de pensamentos também não se podia esperar grandes elucubrações, por isso, ative-me à esperança, de, pelo menos, haver sinceridade, achei graça quando, logo ao início, naquele teu jeito desajeitado, a convidares-me para um copo, logo a mim, que nunca me haviam convidado para um copo, geralmente era para um café, eu, claro, até por fruto da educação, declinei, com uma desculpa sustentável, o teu primeiro arrojo, porém, com o olhar convidei-te a uma segunda tentativa, não o percebeste, confesso que apreciei essa tua genuína inabilida...
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