Livros

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019


domingo, 13 de janeiro de 2019


Será viver o desaprender do sonho?

in Para quando uma luz que ilumine a noite da minha alma?  

terça-feira, 8 de janeiro de 2019


(…) quanto a ti, suprimimos, por uns tempos, as nossas solidões, contudo, a minha regressava, creio que, de facto, nunca partiu, sempre aqui esteve comigo, acompanhou-me em cada passo, tenho de ir, ouço minha Avó a chamar-me, está ali, um pouco mais acima, talvez precise de ajuda com a lenha.
in Harmonia

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019


Antes adormecer sozinha do que iludida – o despertar torna-se menos doloroso. 

in Chegou a hora

domingo, 6 de janeiro de 2019

Para quando uma luz que ilumine a noite da minha alma?



Há uns dias que esta frase não me larga (O sonho tem a altura da infância), surgiu-me assim de rompante, como quase todas as frases, nem me lembro onde estava, e eu, fascinado, a ouvir o seu eco em mim, O sonho tem a altura da infância, e a compreender, subitamente, muita coisa, a começar pela estreiteza dos meus sonhos, de facto, já tiveram horizontes mais latos, entardeceres mais alaranjados, noites mais azuladas, pois, de facto, hoje tudo uma outra coisa, será viver o desaprender do sonho? (…)

sábado, 5 de janeiro de 2019


(…) Afinal, esta é uma realidade paralela do quotidiano. Uma realidade que se quer esquecida. Circunscrita por muros altos. Não se vá escapar, e relembrar, diante do rosto de cada um de nós, a nossa temporalidade. 
in Do outro lado do rio, há uma margem


sábado, 29 de dezembro de 2018

Chegou a hora


- O que posso eu fazer? Sempre que há férias, ele quer rumar para ali…
- Oh! Lá está você com essas coisas, devia convencê-lo a ir para outros lugares, assim passa a vida e não conhecem mais nada! Já viu? Casa, trabalho, casa, e, depois, sempre que há uma pausa, quase como se fosse uma obrigação, fazem as malas e parece que não há mais para onde ir...
- Pois… De facto… Eu sei que você tem razão, mas que posso fazer? Ali ele sente-se bem. Fica mais calmo, sabe, passou ali muitos Verões da sua meninice, talvez seja por isso. A mim não me faz diferença ser ali ou noutro lado qualquer. Bom, em verdade, gostava de conhecer…
- Está a ver! Afinal, gostava de conhecer outros lugares!
- Sim e não. Talvez não me tenha explicado devidamente. Claro que me cansa um pouco ir, todos os anos, de férias para o mesmo lugar. Mas se ele sente-se feliz ali, porquê mudar?
- Talvez para alargar horizontes, o que acha?
- Você é mais feliz por isso?
(…)