FINITUDES
sábado, 4 de agosto de 2018
No fundo, vivemos condenados a dois mundos: o nosso e o dos outros: e os nossos dias vivem-se nesta ténue fronteira: sonhamos em nós: mas ferimo-nos no dos outros... Há quem lhe chame vida.
in "Do outro lado do rio, há uma margem"
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