sábado, 16 de setembro de 2017
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
domingo, 10 de setembro de 2017
"E
era fácil aí perder-se, naquele labirinto de veias e sulcos. Imaginava os anos
que foram necessários à edificação daquele labirinto. As gerações que nele
trabalharam, o arrojo da construção, o esforço, as alegrias, as derrotas… Eram mãos com sabedoria, dizia para si,
enquanto as olhava. Como se esta qualidade pudesse ser aplicável a uma extensão
do corpo. De alguma forma, ele sabia que aquelas mãos eram sábias. Por vezes,
quando a velha se silenciava, as mãos exprimiam-se no seu lugar: Meu filho, meu filho, estou cansada, tão
cansada. Já não espero nada, e não há nada pior que isto."
in "Olhei para trás e sorri..."
terça-feira, 5 de setembro de 2017
"... nesse
momento, em que deixei definitivamente a tua mão pendurada a olhar o passeio,
percebi que teria de fazer as pazes comigo própria, afinal, teria de passar
mais tempo na minha companhia, se aprender a fazer isto, talvez aí, é possível
que sim, talvez não tenha de regressar à rua dos meus pais ao mesmo tempo que a
camioneta do lixo."
in "Há quanto não sei o azul do céu"
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
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